Meus amigos adoro-vos e ao João
que era um grande amigo
do meu coração!!!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Na quinta
Num dia na quinta a velha disse: -queres comprar estes ovinhos?
-queria mas não tenho dinheiro! -disse o senhor que queria comprar os ovinhos.
Veio outro senhor pedir:
- Quero comprar farinha!
- Não pode porque comi-a toda!!!
Então, cortaram a barriga à velha e saiu um escaravelho lá de dentro!!!
fim da história
-queria mas não tenho dinheiro! -disse o senhor que queria comprar os ovinhos.
Veio outro senhor pedir:
- Quero comprar farinha!
- Não pode porque comi-a toda!!!
Então, cortaram a barriga à velha e saiu um escaravelho lá de dentro!!!
fim da história
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Visita de Estudo ao IPIMAR!
Olá!
Hoje fomos visitar o IPIMAR em Marim - Olhão. É um Instituto de investigação da pesca e do mar. Desenvolvem muitas actividades de investigação, experimentação e demonstração no domínio das ciências e tecnologias nas áreas das pescas e recursos do mar.
Fomos muito bem recebidos e guiados nesta visita pela mãe do nosso amiguinho Henrique. Observámos uma pescaria onde colocaram redes de pesca, diversas espécies de peixes, adorámos ver as corvinas enormes! Algumas pesavam 30 kg e mediam 1,5 m!!! Foi bastante interessante esta manhã que tivemos, aprendemos imensas coisas novas, foi óptimo mergulhar neste mundo marítimo de investigação da piscicultura!!!
Hoje fomos visitar o IPIMAR em Marim - Olhão. É um Instituto de investigação da pesca e do mar. Desenvolvem muitas actividades de investigação, experimentação e demonstração no domínio das ciências e tecnologias nas áreas das pescas e recursos do mar.
Fomos muito bem recebidos e guiados nesta visita pela mãe do nosso amiguinho Henrique. Observámos uma pescaria onde colocaram redes de pesca, diversas espécies de peixes, adorámos ver as corvinas enormes! Algumas pesavam 30 kg e mediam 1,5 m!!! Foi bastante interessante esta manhã que tivemos, aprendemos imensas coisas novas, foi óptimo mergulhar neste mundo marítimo de investigação da piscicultura!!!
sábado, 27 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Para rir!!!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Uma aventura na escola nova...
A nossa escola Vale Carneiros entrou em obras, então tivemos que mudar de escola. Fomos muito bem recebidos no Agrupamento de Escolas Dr. Neves Júnior. Às vezes, encontramos alguns amiguinhos finalistas do 4º ano, que andam agora no 5º ano!
Esta escola tem uma mascote: um cão lindo de raça "São Bernardo" chamado Colibri! Ele é enorme mas muito mansinho, meigo e amigo das crianças. Ele é muito bem tratado, tem uma casota logo à entrada.
O Agrupamento arranjou um espaço para nós junto às palmeiras, todas as turmas têm um contentor. A nossa sala até é muito espaçosa e está muito bem decorada com os nossos trabalhos e cartazes. As mudanças deram algum trabalho, mas todos nós ajudámos a arrumar e organizar os materiais e dossiers.
Eu estou a gostar muito da escola nova, só quando chove é que não podemos ir brincar para o recreio, mas como a nossa professora levou para a sala um baú mágico, os nossos intervalos são um máximo!!! Temos jogos muito divertidos para passar o tempo: jogo da memória, mikado, tangram, hexágono mágico, números cruzados...
Foi uma grande agitação e animação no primeiro dia de aulas na escola nova! Uma aventura fantástica!!!
Esta escola tem uma mascote: um cão lindo de raça "São Bernardo" chamado Colibri! Ele é enorme mas muito mansinho, meigo e amigo das crianças. Ele é muito bem tratado, tem uma casota logo à entrada.
O Agrupamento arranjou um espaço para nós junto às palmeiras, todas as turmas têm um contentor. A nossa sala até é muito espaçosa e está muito bem decorada com os nossos trabalhos e cartazes. As mudanças deram algum trabalho, mas todos nós ajudámos a arrumar e organizar os materiais e dossiers.
Eu estou a gostar muito da escola nova, só quando chove é que não podemos ir brincar para o recreio, mas como a nossa professora levou para a sala um baú mágico, os nossos intervalos são um máximo!!! Temos jogos muito divertidos para passar o tempo: jogo da memória, mikado, tangram, hexágono mágico, números cruzados...
Foi uma grande agitação e animação no primeiro dia de aulas na escola nova! Uma aventura fantástica!!!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
A Maria Castanha
Dramatização da História da Maria Castanha...Aqui está uma das nossas actuações! Houve alguns enganos, mas são com os erros que aprendemos!
O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim. Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelarem os meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac,crac – debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.
Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar.
Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.
- Como te chamas? – perguntaram-lhe.
- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .
- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?
- Quero.
Foram brincar ao jogo do apanhar.
A Maria Castanha corria mais do que todos.
- Quem me apanha? Ninguém me apanha!
- Ninguém apanha a Maria Castanha!
Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele.Pimbaaaa!
O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão.A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.
- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.
- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.
- Eu ajudo a apanhar tudo – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas.
E os outros ajudaram também. Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.
- Onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.
- Foram à procura de emprego.
- E tu?
- Vinha à procura de amigos.
- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.
- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas.
E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos.Depois, disse:
- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?
- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.
- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há – disse Maria Castanha.
- Pois vais saber como é bom.
E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume.Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!
- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.
- Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor.
Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem.
E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.
- É bom é – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.
- Se me queres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel?
A Maria Castanha não sabia mas aprendeu.É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.
Maria Isabel Mendonça Soares,” Contos no Jardim”.
O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim. Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelarem os meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac,crac – debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.
Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar.
Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.
- Como te chamas? – perguntaram-lhe.
- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .
- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?
- Quero.
Foram brincar ao jogo do apanhar.
A Maria Castanha corria mais do que todos.
- Quem me apanha? Ninguém me apanha!
- Ninguém apanha a Maria Castanha!
Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele.Pimbaaaa!
O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão.A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.
- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.
- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.
- Eu ajudo a apanhar tudo – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas.
E os outros ajudaram também. Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.
- Onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.
- Foram à procura de emprego.
- E tu?
- Vinha à procura de amigos.
- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.
- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas.
E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos.Depois, disse:
- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?
- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.
- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há – disse Maria Castanha.
- Pois vais saber como é bom.
E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume.Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!
- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.
- Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor.
Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem.
E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.
- É bom é – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.
- Se me queres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel?
A Maria Castanha não sabia mas aprendeu.É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.
Maria Isabel Mendonça Soares,” Contos no Jardim”.
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